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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

O semeador da Galiléia superando métodos da educação moderna


 Há duas maneiras de fazer uma fogueira:com as sementes ou com um punhado de lenha. Qual delas você escolheria? Fazer uma fogueira com sementes parece um absurdo , uma loucura. Todos , certamente , escolheriamos a lenha. Entretando , o mestre de Nazaré pensava a longo prazo e por isso sempre escolhia as sementes . Ele as plantava , esperava que as árvores crescessem , dessem milhares de outras sementes e, aí sim, fornecessem a lenha para a fogueira.
 Se escolhesse a lenha, acenderia a fogueira apenas uma vez. Mas , como preferia as sementes, as fogueira que acendia nunca mais se apagava. Um dia ele se comparou a um semeador que lança as sementes nos corações . Um semeador do amor, da paz, da segurança, da liberdade, do prazer de viver, da dependencia reciproca.
 Quem não consegue enxergar o poder contido em uma semente nunca mudará o mundo que o envolve , nunca influenciará o ambiente social e profissional que o cerca. Uma mudança de cultura só será ligítima e consistente se ocorrer por intermédio das singelas e ocultas sementes plantadas na mente de homens e mulheres , não por intermédio da imposição de pensamentos.
 Gostamos das labaredas instantâneas do fogo , das ideias-relâmpago de motivação , mas , ás vezes nao temos paciencia nem habilidade para semear. Um semeador nunca é um imediatista; presta mais atenção nas raizes do que nas folhagens . Vive a paciencia como uma arte. Os Pais , os educadores, os psicologos, os profissionais de recursos humanos só conseguirão realizar um belo e digno trabalho se aprenderem a ser, mais do que provedores de regras e de informações, simples semeadores.
 As pessoas que mais contribuíram com a ciencia e com o desenvolvimento social foram aquelas que menos se preocuparam com os resultados imediatos. Uns preferem as labaredas dos aplausos e do sucesso instantâneo, outros preferem o trabalho anônimo e lento das sementes. E nós o que preferiamos? de nossa escolha dependerá a nossa colheita

Fonte: "O Mestre da Sensibilidade , Agusto Cury " 

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Stand-up comedy

Criando um pouco de Harmonia de comédia no Blog, vamos ver algo relacionado ao Humor.
Stand-up :

Stand-up comedy[1] é uma expressão em língua inglesa que indica um espetáculo de humor executado por apenas um comediante. O humorista se apresenta geralmente em pé (daí o termo 'stand up'), sem acessórios, cenários, caracterização, personagem ou o recurso teatral da quarta parede, diferenciando o stand up de um monólogo tradicional. Também chamado de humor de cara limpa, termo usado por alguns comediantes.

Ainda há confusão na diferenciação do humorista stand up e de outros estilos, como o contador de piadas, o mónologo de humor, o "one man show", gênero semelhante, mas que permite outras abordagens (interpretação de personagens, músicas, cenas).


O humorista stand up não conta piadas conhecidas do público (anedotas). O texto é sempre original, normalmente construído a partir de observações do dia a dia e do cotidiano. Praticamente qualquer coisa pode ser usada como ingrediente na comédia stand-up. Muitos comediantes trabalham durante anos para lapidar 60 ou 70 minutos de material humorístico, que normalmente executam aos pedaços várias e várias vezes, aperfeiçoando lentamente cada piada com o passar do tempo. O estilo é considerado por muitos um dos gêneros mais difíceis de se executar e dominar, talvez porque o artista em cena esteja desarmado, despido de personagens, apresentando suas ideias a respeito das coisas do mundo, e ainda esteja à mercê da plateia: não raro deve-se ajustar rapidamente sua apresentação de acordo com o humor e gosto de uma plateia específica. Ainda, as habilidades necessárias pra ser um stand-up comedian são diversas. É frequentemente necessário que se assuma de forma solitária os papéis de escritor, editor, artista, promotor, produtor, e técnico simultaneamente.

Um teste de mestre para um stand-up comedian é a habilidade de enfrentar um "heckler" (membro da plateia que, por algum motivo, responde ou interage com o show de forma não muito amistosa) mas ainda, responder com algo tão maior que consiga entreter a plateia com a réplica.

Não existem muitas regras sobre os assuntos e abordagens, o que permite uma constante evolução. O mesmo pode se dizer da duração, desde uma breve apresentação de um minuto como as de Oscar Filho ao recorde mundial de Bruno Motta, que entrou para o Guinness Book como o comediante que fez o "maior show de humor do mundo". Ficou 38 horas e 12 minutos falando para um público de 5 mil pessoas que se revezavam num teatro em Belo Horizonte.

Não é um texto meu, retirado do :Wikipédia.org

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Raul Seixas - Sapato 36

Musicas do mes: Raul Seixas - Sapato 36

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Eu calço é 37
Meu pai me dá 36
Dói, mas no dia seguinte
Aperto meu pé outra vez
Eu aperto meu pé outra vez
Pai eu já tô crescidinho
Pague prá ver, que eu aposto
Vou escolher meu sapato
E andar do jeito que eu gosto
E andar do jeito que eu gosto
Por que cargas d'águas
Você acha que tem o direito
De afogar tudo aquilo que eu
Sinto em meu peito
Você só vai ter o respeito que quer
Na realidade
No dia em que você souber respeitar
A minha vontade

Meu pai
Meu pai
Pai já tô indo-me embora
Quero partir sem brigar
Pois eu já escolhi meu sapato
Que não vai mais me apertar
Que não vai mais me apertar
Que não vai mais me apertar
Por que cargas d'águas
Você acha que tem o direito
De afogar tudo aquilo que eu
Sinto em meu peito
Você só vai ter o respeito que quer
Na realidade
No dia em que você souber respeitar
A minha vontade
Meu pai
Meu pai
Pai já tô indo-me embora
Eu quero partir sem brigar
Já escolhi meu sapato
Que não vai mais me apertar (Êêêê)
Que não vai mais me apertar (Aaaa)
Que não vai mais me apertar (Êêêê)

Deus esta morto! - Nietzche

"o homem louco. - Não ouviram falar daquele homem louco que em plena manhâ acendeu uma lanterna e correu ao mercado, e pôs-se gritar incessantemente: "procuro Deus " Procuro Deus !"? - E como lá se encontrassem muitos daqueles que não criam em Deus , ele despertou com isso uma grande gargalhada . Então ele está perdido?perguntou um deles. Ele se perdeu como uma criança? disse um outro. Está se escondendo? Ele tem medo de nós? Embarcou num navio? Emigrou? - gritavam e riam uns para os outros. O homem louco se lançou para o meio deles e trespassou-os com seu olhar. " Para onde foi Deus?", gritou ele, "já lhe direi! Nós o matamos - você e eu. Somo todos seus assassinos"[..] Deus está morto ! Deus continua morto! E nós o matamos!"

sábado, 10 de setembro de 2011

IMHOTEP ( 2655-2600 a.C) Antigo-Egito

Sacerdote IMHOTEP , 2655-2600 a.C .

Viveu durante a Terceira Dinastia egípcia, na corte de Djoser, desempenhando diversos cargos sendo que o mais conhecido será porventura o de arquitecto, sendo-lhe atribuída a Pirâmide Escalonada, o monumento mortuário de Djoser.

Além de arquitecto, Imhotep foi também escriba, sacerdote, filósofo, poeta astrónomo e mago. A magia à época era praticada em paralelo com a medicina, confundindo-se de certo modo. 

Imhotep foi elevado à categoria de divindade, não só no Egipto mas também na Grécia e em Roma, devido sobretudo aos seus feitos na área da medicina. Na Grécia chegou a ser equiparado a Asclépio, o deus da medicina.
Esquecido durante muitos séculos seria Sir William Osler a “recordar” os feitos de Imhotep na área da medicina, não só diagnosticando e tratando cerca de duas centenas de enfermidades, mas também extraindo medicamentos a partir de ervas.
Segundo Osler, Imhotep seria conhecedor da posição e função dos órgãos vitais bem como da circulação sanguínea o que é simplesmente fantástico.

 

Sócrates (c. 469 / 470 a.C.)

Assim filosofou Sócrates:

Morrer é uma destas duas coisas: ou o morto é igual a nada, e não sente nenhuma sensação de coisa nenhuma; ou, entao como costuma dizer. trata-se duma mudança, uma imigração da alma, do lugar deste mundo para outro lugar . Se não há nenhuma sensação , se é como um sono em que o adormecido nada vê nem sonha, que maravilhosa vantagem seria a morte

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Um experimento de percepção

Um texto reflexivel que achei muito interessante.

Compartilho com você uma visão para ampliar nossa experiência além de eu e outro, tempo e espaço, dentro e fora. Para funcionar, é preciso que dedique 10 minutos e conduza sua percepção tomando os 22 itens abaixo como guia.
Estou fazendo isso junto com você, em primeira pessoa, mas escrevo em segunda pessoa para facilitar o entendimento, já que se eu descrevesse meu percurso mental em primeira pessoa você teria uma tendência a me observar de longe em vez de guiar sua própria mente para ver o que estou apontando.
É como se eu estivesse apontando com o dedo para uma rachadura na parede e você virasse a cabeça para ver a rachadura em vez de ficar olhando e analisando o meu dedo. Minha fala servirá como guia, não tanto como objeto de percepção em si mesmo. Ou seja, a partir de agora, você não mais estará lendo um texto, mas contemplando sua própria experiência pelos 5 sentidos e pela mente.
O processo é bem simples e pé no chão, não tem nada a ver com estados alterados da consciência, mas apenas observar o que já acontece naturalmente e fazer uso da imaginação para abrir mais os olhos.
Talvez sua cabeça não exploda, mas é bem possível que após o último item o ambiente em que você está agora (seja ele qual for) se revele um vasto e assombroso espaço não definido, como um sonho sem vigília anterior ou um filme sem cinema. Não porque nossa experiência de mundo é uma ilusão ou porque vamos alucinar outra coisa, mas justamente porque vamos continuar vendo o que já estamos vendo, sem esforço, sem criar, sem alterar nada.


Parando o mundo e olhando ao redor

1. Imagine como seria sua vida se você tivesse outras visões de mundo, outros padrões de comportamento, energias de hábito, pensamentos, emoções, outro corpo, outra vida, enfim. Você poderia ter nascido como o seu amigo que trabalha ao lado ou, se estiver sozinho, como o desconhecido que está passando na sua rua agora. Nesse sentido, todos os outros seres são você mesmo em outros mundos.

2. Agora olhe diretamente para um outro ser. Se estiver sozinho, imagine eu mesmo escrevendo esse texto ou uma aranha no canto da parede. Perceba que esse outro ser está tendo uma experiência sensorial 100% completa ao redor assim como é a sua, mas a partir de outra perspectiva. Se existirem 790 pessoas no seu prédio, existem 790 prédios nesse exato momento, pois o prédio nada mais é do que a experiência que algum ser tem do prédio – fora disso, não dá nem mesmo pra chamá-lo de prédio.

3. Ao sustentar na mente essas 790 perspectivas, atente para o fato de que a sua é apenas uma. Ou seja, você viveu a vida toda apenas com uma perspectiva, como se o centro do universo inteiro fosse a sua cabeça. Não é fantástico? Dá até medo ou vontade de gargalhar. O mundo é um grande filme 3D: sempre parece que aquela abelha vem direto no nosso nariz, não no nariz dos outros.

4. Sinta a textura do seu mouse. O que você pensa ser a verdadeira textura do mouse é apenas o que você experimenta com a sua pele. Se você tivesse um outro tipo de pele, você teria outra experiência da superfície das coisas. Não são os outros que são frios ou quentes, mas nossa experiência deles de acordo com a temperatura do nosso corpo.

5. Bata com a mão na mesa. Depois use uma caneta para bater na mesa. E depois um papel. Qual é o verdadeiro som da mesa? Qual é o verdadeiro “som” das pessoas, qual é a essência do outro, suas características mais definidas? E das situações?


6. Olhe para a sua realidade 100% abrangente como se fosse apenas um só tecido luminoso. Contemple como todas as características que parecem existir lá fora são inseparáveis de nossos sentidos. As coisas e seres são vazias de características intrínsecas. São livres, transparentes, abertas. Nada tem um som definido, pois depende de como se dá a experiência, de como surgimos juntos. Acreditar que alguém, um lugar ou uma situação é isso ou aquilo, bem, isso é tão inteligente quanto dizer que um belo chocolate é horrível depois de encher nossa boca com leite condensado estragado, com nossas papilas gustativas totalmente alteradas.

7. Olhe a parede e atente para sua cor. Agora lembre que átomos não tem cor e que não há nenhuma informação definida de cor chegando pela luz, entrando nos olhos e sendo processada no cérebro. Se houvesse, uma abelha veria a mesma cor. Mas ela não vê e não temos a prepotência de achar que a abelha está processando errado, entendendo errado, alucinando. Se ela está alucinando, nós também estamos. Melhor então achar que são duas experiências de realidade em vez de achar que a realidade é de um jeito e a abelha está maluca.

8. Do mesmo modo, contemple a experiência de um deficiente visual ou auditivo e veja como ela é uma experiência 100% completa. Nada falta ao “portador de deficiência”. A deficiência só existe quando comparamos as experiências de realidade. Nesse sentido, todos nós somos deficientes se comparado com um ser que tem 12 sentidos ou com um morcego que se relaciona com coisas inacessíveis aos humanos.

9. Agora atente para a continuidade do mundo: não existe pausa nem intervalo, as experiências continuam surgindo como num filme sem frames. Mesmo quando vamos dormir, as experiências seguem em forma de sonho ou no vazio do sono sem sonhos. O mundo não cessa. Olhe para tudo agora e lembre de como as coisas estavam há 10 minutos. Onde está aquele presente agora? Se o passado é lembrado como um sonho ou um filme, isso significa que o presente já é esse sonho, com a diferença de estarmos vivendo-o agora, com essa experiência de realidade.

10. Depois de dissolver a ilusão de solidez e nosso “olhocentrismo” (pois o heliocentrismo é apenas uma teoria que lembramos de tempos em tempos), veja que não existe “o mundo”, mas mundos experimentados como sonhos vividos em primeira pessoa por incontáveis seres. Para cada mundo, um corpo, um sentido de vida, um leque de experiências possíveis, alguns impulsos naturais, algumas filosofias ou instintos, uma corrida para sensações positivas e um afastamento de condições dolorosas.

Olhando para dentro

11. Foque nas sensações do seu corpo. O frio nos dedos, a língua tocando o céu da boca, o olho piscando, os pés no chão, alguma tensão nas costas, a bunda na cadeira. Se você consegue observar tudo isso, então você é outra coisa além dessas sensações.

12. Atente para as emoções e pensamentos. Suas opiniões sobre esse post, suas ideias sobre a realidade, alguma ansiedade ou impaciência, impulsos, desejos, listas de afazeres, planejamentos, lembranças da noite passada… Você consegue testemunhar tudo isso, você é o espaço no qual todas as imagens surgem. Você é livre para direcionar tais pensamentos e emoções, para surfar no que surge ou deixar aquilo ficar até cair por conta própria.

13. Note que você pode ouvir o que acontece atrás das paredes, em outras salas ou na rua, fora de seu alcance de visão. Onde está esse som? Lá fora ou aí dentro?

14. Feche os olhos após ler esse item e observe como você continua experimentando objetos externos (a uma certa distância) mesmo quando olha para dentro. Ou seja, é impossível olhar para dentro. Olhando para o exterior ou para o interior, tudo é visto lá fora, externamente, mesmo imagens mentais e sensações corporais. Nesse sentido, todos os objetos surgem em um espaço que não tem dentro e não tem fora. Sons e pensamentos, fenômenos externos e internos são da mesma natureza.

15. Respire e repouse nessa abertura pela qual o mundo se desenrola. Há um grande espaço no qual você surge junto com as coisas. Você é um outro para si mesmo. Você pode se ver como uma outra pessoa, assim como vê sua imagem no espelho e se esforça para lembrar que aquele é você.

16. Enquanto olha para si mesmo como um outro qualquer, você nota que essa espacialidade é livre de todas as coisas com as quais você vai se identificar no minuto seguinte. E então você sorri para tudo o que você acha que você é, todas as identidades que surgiram em suas diversas relações, todos os seus dramas, emoções, achismos, filosofias, medos, orgulhos, vitórias, derrotas. Qualidades negativas e positivas, nada disso é seu, por mais que você seja capaz de incorporá-las e vivê-las. Tudo dança nesse espaço imóvel sem dono.

17. Olhe para o olho que está observando tudo isso até aqui. Esse olho é tímido, chato, ciumento, ansioso, alegre, triste, depressivo, cansado, desorganizado, carente, orgulhoso? Ele fica dentro ou fora de você? Houve algum momento na sua vida em que ele não estava presente?

Olhando para tudo e “voltando” ao mundo

18. Olhe novamente para os outros seres ao seu redor (ou imagine-os). Veja como eles são idênticos a você. Vivem em mundos de significação, tomam fatos como naturais, tem metas e desejos, prioridades, impulsos, certezas. Observe como cada um deles não é uma pessoa, mas uma bolha, um mundo inteiro.


19. Observe como eles chegam para trabalhar sem perceber o assombro que é nascer e não saber de onde, morrer e não entender por quê. Contemple como eles rodopiam a partir de seus próprios referenciais, deixando comentários em blogs, fofocando, sorrindo, chorando, falando alto, se debatendo, reclamando, se empolgando, se frustrando, construindo histórias, nascendo e morrendo sob um mesmo imperturbável céu.

20. Sabendo que cada um está agarrado a um joystick com seu próprio videogame, imersos em vários tipos de jogos, filmes, universos, sonhos, imagine como seria divertido ir além do próprio jogo e ajudar as pessoas a fazer o mesmo. Porém, já que é impossível acordar de um sonho sem cair em outro, então visualize como seria jogar um jogo sabendo que é jogo, atuar sabendo que é um filme, acordar dentro e tornar o sonho lúcido.

21. Esconda o sorriso malicioso que surgiu agora e volte ao mundo com essa loucura de pano de fundo, lembrando que todos os outros também tem esse mesmo sorriso por trás de suas seriedades.

22. De vez em quando, experimente não se restringir a se relacionar com as identidades dos outros dentro desses jogos. Pare de focar a tela e dê um toque no ombro do cara ao lado no sofá, pegue na perna de sua mulher e olhe diretamente nos olhos de jogador, de ator, de sonhador das pessoas.

* Roteiro inspirado em alguns ensinamentos do Lama Padma Samten e por outros experimentos de percepção de Alan Watts, Ken Wilber, Otto Scharmer, Douglas Harding, Carlos Castaneda e Richard Linklater. Credito os benefícios a eles e assumo responsabilidade por qualquer confusão adicional que esse texto possa criar.

Fonte:
http://tinyurl.com/27mjmgs